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Thaynara Rossi Gavioli
Thaynara Rossi GavioliRua Doutor Messuti, 280
há cerca de 1 hora
Construção fora do horário
Venho registrar novamente uma situação que já se tornou insustentável e que, apesar das inúmeras tentativas de solução pelos canais oficiais, permanece sem qualquer providência efetiva. Convivo há meses com barulhos recorrentes provenientes de obra no imóvel vizinho, inclusive em horários inadequados, comprometendo diretamente meu descanso, minha rotina e o direito de ter tranquilidade dentro da minha própria residência. O problema já foi comunicado à Prefeitura, que informou que a fiscalização seria de responsabilidade do SEMASA. Ao entrar em contato com o SEMASA, fui orientada de que a questão não seria de competência do órgão e que eu deveria acionar uma viatura. A viatura foi acionada, porém não compareceu. Também procurei a Ouvidoria, na tentativa de finalmente obter algum encaminhamento efetivo, porém novamente recebi apenas orientações e informações, sem que nenhum órgão assumisse concretamente a fiscalização ou apresentasse uma solução. Ou seja, o cidadão procura a Prefeitura e é encaminhado ao SEMASA. Procura o SEMASA e é encaminhado à viatura. Aciona a viatura e não recebe atendimento. Procura a Ouvidoria e recebe apenas novas orientações. Enquanto isso, o problema continua exatamente da mesma forma. Essa sucessão de encaminhamentos demonstra um verdadeiro jogo de empurra entre os órgãos, no qual ninguém parece assumir responsabilidade pela situação, enquanto sou obrigada a conviver diariamente com a perturbação dentro do meu próprio apartamento. Estou anexando prints extraídos de vídeos gravados durante algumas das ocorrências, contendo data e horário, justamente para demonstrar que não se trata de alegação abstrata ou episódio isolado. Existem registros concretos da recorrência do problema. A situação chegou a um nível extremamente desgastante. Não considero razoável precisar abrir inúmeros chamados, contatar diferentes órgãos, registrar ocorrências e insistir repetidamente apenas para descobrir quem efetivamente possui competência para agir. Solicito, portanto, que este protocolo não seja simplesmente encerrado com nova orientação para procurar outro setor. Peço uma resposta objetiva, por escrito, indicando qual órgão possui competência legal para fiscalizar esse tipo de ocorrência e, principalmente, que a demanda seja encaminhada internamente ao setor responsável para efetiva apuração. Caso o entendimento seja de que nenhum dos órgãos procurados possui competência, solicito que isso também seja formalmente esclarecido, com a indicação expressa de qual autoridade pública deve ser acionada. Já segui todas as orientações que me foram fornecidas. O que falta agora não é orientação. É providência. Não estou solicitando privilégio ou favor. Estou pedindo apenas que seja garantido o direito básico de permanecer dentro da minha própria residência com um mínimo de tranquilidade, sem precisar continuar peregrinando entre órgãos públicos que transferem a responsabilidade uns aos outros. Ponto de referência: ao lado da escola águia dourada
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